sexta-feira, 12 de julho de 2013

Fábula: a Raposa e as Uvas

   Em um dia ensolarado, a Raposa estava cansada e faminta, procurava o que comer, não havia encontrado nenhum alimento durante o longo caminho que percorreu. Andava, andava e nada encontrava...
   De repente, ela avistou uma enorme parreira, correu para alcançá-la.
   Chegando lá, encontrou sua prima (personagem de outra fábula) que reclamava:
   – Não queria mesmo essas uvas... Elas estão verdes.
   A Raposa, curiosa, perguntou:
   – Por que você desistiu de pegar as uvas? É claro que NÃO estão verdes...
   A prima não respondeu, parecia nervosa e saiu sem dar explicações.
   Então, a Raposa falou consigo mesma em voz baixa:
   – Ela deveria ser mais educada, pois me ignorou... Também deveria ser mais persistente, pois desistiu facilmente diante de uma dificuldade, dando uma desculpa tola para justificar sua atitude.
   Continuando seu plano, a Raposa fez de tudo para pegar as uvas, porém nada dava certo, mesmo assim ela continuou tentando. Depois de muito tentar, fez com que um cacho de uva caisse em sua cabeça.
   Feliz da vida ela saciou sua fome e atingiu seu objetivo...
   Moral da história: nunca desista de seus objetivos, é na dificuldade que se descobre o tamanho da sua força de vontade (é ela que pode transformar sonhos em realidade).

   Versão diferente escrita por: Vitória Padilha Zanon

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Procura-se uma Leitura


   Importante: uma Leitura está foragida.


   Na manhã do domingo passado, a Leitura assaltou o Banco Nacional do Conhecimento e adquiriu milhões de informações.
   Quem conhecer a Leitura ou souber sua localização, informe-nos para tomarmos as devidas providências.
   A Leitura terá que cumprir uma penitência, estará todos os dias ao seu lado para você descobrir quais são os mistérios que ela esconde.
   A recompensa para quem encontrá-la será uma tonelada de ensinamentos, três quilos de descobertas e um prêmio especial: imaginação...

   Escrito por: Vitória Padilha Zanon

terça-feira, 25 de junho de 2013

Memórias Póstumas de Brás Cubas

   Há alguns dias eu tive um trabalho escolar em que fiz uma apresentação, era referente ao primeiro capítulo da história escrita por Machado de Assis, chamada Memórias Póstumas de Brás Cubas.
   Essa apresentação conta um pouco sobre Brás Cubas, um homem que morreu e voltou, ou seja, “ressuscitou” para falar de sua vida...
   Foi um trabalho proposto pela professora de Redação e Análise de Texto: Jussara Leão, onde os alunos do 8° ano fizeram a representação em grupos. Eu preferi representar sozinha e ao vivo (a maioria gravou um vídeo antes).
   Os personagens principais eram: Brás Cubas, seu amigo (que faz o discurso) e Virgínia... Ou seja, tive que fazer três personagens!!!
   Uma curiosidade: quando eu falei que Virgínia entrava pela porta, um amigo apareceu na porta da sala (nesse exato momento), foi uma situação engraçada, em que eu não consegui segurar o riso, porém continuei interpretando meu personagem...
   Assistam ao vídeo e descubram como foi minha apresentação...


   Agora vou mostrar uma versão diferente, em que eu apresentei ao 3° Colegial, na aula de Literatura, um pedido da professora Jussara, que gostou do meu trabalho... Obrigada, Jussara!!!
   Assistam ao vídeo e descubram como foi minha outra apresentação...



   Gostaria de agradecer a minha mamãe, que me ajudou na caracterização e sempre me incentivou, ela dizia: “Vai dar tudo certo, confie, quem se dedica no que faz verá seu desejo se realizar”.

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Fábula: o Patinho Feio

   Há muito tempo, Mamãe Pata teve cinco filhotinhos, quatro graciosos patinhos e um meio desajeitado.
   O quinto filhote era considerado estranho, os outros animais diziam:
   – Que Patinho Feio!
   Com todo esse bullying, ele ficava triste e magoado, porém a Mamãe Pata sempre o defendeu, ela o amava muito.
   Certo dia, o Patinho Feio resolveu fugir, achava que sua presença incomodava os outros. De repente, a Mamãe Pata apareceu:
   – Meu filho, o que você está fazendo?
   Ele respondeu:
   – Estou fugindo porque ninguém gosta de mim, sou muito feio...
   Mamãe Pata, indignada, explicou:
   – Mas você é lindo, pois a beleza que vale é a interior, a beleza exterior não representa grande coisa, o que importa é a personalidade, o caráter e principalmente a bondade...
   Depois disso, o Patinho percebeu que não precisava ter uma aparência bonita para ser feliz. Os outros animais aprenderam a aceitar suas diferenças e começaram a gostar dele pelo que ele era, e não pelo que ele aparentava.
   Ao contrário do que muitos pensam, ele não virou um cisne, porém viveu feliz com sua família. Suas diferenças faziam parte de sua personalidade.
   Moral da história: devemos aceitar as diferenças e sabermos que a maior beleza é a que vive dentro de nós, em nosso coração...


   Versão diferente escrita por: Vitória Padilha Zanon

domingo, 9 de junho de 2013

Os Miseráveis

   A história de “Os Miseráveis” é realmente incrível, há muito tempo eu não assistia a um filme tão emocionante assim, foi um dos melhores filmes que eu já vi...
   Só tenho elogios a essa produção, o enredo é magnífico, um musical inesquecível baseado na obra de Victor Hugo. Ganhou três Globos de Ouro.
   Chorei muito no decorrer do filme, principalmente no final...
   Anne Hathaway (que interpreta Fantine) ganhou Oscar de melhor atriz coadjuvante, seu trabalho foi impecável.
   Algumas belas mensagens presentes no filme:
   “Amar outra pessoa é como ver a face de Deus.”
   “Há uma chama que nunca morre, a noite se encerrará e o Sol despontará.”
   “Eu sonhei um sonho em um tempo passado, quando as esperanças eram grandes e a vida valia ser vivida. Eu sonhei que o amor nunca acabaria, eu sonhei que Deus seria misericordioso.”



   Ambientado na França, no século XIX, durante a época da revolução de 1830, o filme retrata a história de Jean Valjean – um homem condenado a 19 anos de prisão e trabalho forçado porque roubou um pão para dar ao sobrinho que passava fome. Após a liberdade condicional, o inspetor de polícia Javert ainda continua a “persegui-lo”.
   Depois de muito sofrimento, Valjean consegue mudar de vida, tornando-se proprietário de uma fábrica e prefeito.
   Certo dia ele conhece Fantine – uma costureira de sua fábrica, que tinha uma filha chamada Cosette. A partir deste momento, inicia-se uma comovente história, que vale a pena ser assistida...

   Escrito por: Vitória Padilha Zanon

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Frases sobre Meio Ambiente

“Só quando a última árvore for derrubada, o último peixe for morto e o último rio for poluído, o homem perceberá que não pode comer dinheiro.”
Provérbio Indígena
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“A natureza pode suprir todas as necessidades do homem, menos a sua ganância.”
Mahatma Gandhi
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“É triste pensar que a natureza fala e que o gênero humano não a ouve.”
Victor Hugo
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“Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da Criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante.”
Albert Schweitzer
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“Nunca o homem inventará nada mais simples nem mais belo do que uma manifestação da natureza.”
Leonardo da Vinci
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“Em todas as coisas da natureza existe algo de maravilhoso.”
Aristóteles
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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Fábula: a Galinha dos Ovos de Ouro

   A galinha que botava ovos de ouro teve uma bela vida. Isso aconteceu porque ela nasceu de um ovo diferente, provavelmente uma mutação genética.
   O dono do galinheiro percebeu que a galinha era fraquinha e estava sempre doente, então queria matá-la, porém a filha dele (uma pequena menina) não julgou a galinha pela sua aparência, gostava muito dos animais e conseguiu convencer seu pai para deixá-la viver.
   Algumas semanas depois, a galinha botou um ovo que parecia normal, por fora ele era um simples ovo, mas por dentro ele era um ovo de ouro.
   A primeira pessoa que descobriu esse incrível acontecimento, foi a garotinha que salvou a galinha. Imediatamente ela contou a notícia para seu pai.
   Ele não acreditava no que a filha dizia, precisou ir ao galinheiro para comprovar. Chegando lá, ele encontrou mais dois ovos de ouro.
   Todos ficaram muito felizes e nunca mais tiveram problemas com dinheiro.
   Sempre que a galinha botava ovos de ouro, ficava alegre e orgulhosa.
   Mesmo fraquinha, ela viveu por muito tempo e trouxe grandes alegrias, todos a tratavam com carinho.
   Essa história aconteceu porque a menina salvou a galinha. Se ela tivesse a julgado pelas aparências, a galinha estaria morta e nada disso teria se realizado.
   A atitude da garota transformou a realidade de todos, especialmente a de sua querida galinha...
   Moral da história: nunca julgue alguém pelas aparências, pois você pode se surpreender com as qualidades de quem um dia desprezou. Cada um tem uma história, jeito, defeitos e virtudes.

   Versão diferente escrita por: Vitória Padilha Zanon