O gato vivia perseguindo o rato, eles não
entravam em um acordo.
Desse modo, o gato dizia ao ratinho:
– Estou com muita fome, faz muito tempo que
eu não me alimento; você será meu almoço...
O ratinho ficava com medo e fugia.
Certo dia, o rato encontrou um enorme pedaço
de queijo e foi logo comê-lo; ele nunca havia comido tanto em sua vida, mas
enquanto ele se alimentava lembrou que o gato estava com muita fome.
O rato temia a atitude do gato, mesmo assim
disse a ele:
– Gato, você não precisa me comer... Eu
tenho um suculento pedaço de queijo e posso dividi-lo com você.
O gato se surpreendeu:
– Como assim? Você não tem raiva de mim?
Estou sempre te perseguindo...
O ratinho respondeu:
– Eu não guardo mágoas. Lembrei que você
estava com fome e achei que poderia solucionar seu problema.
Então, eles dividiram o que sobrou do pedaço
de queijo e nunca mais brigaram.
Por causa do perdão do rato, o gato refletiu
sobre suas atitudes e se tornou amigável.
Moral da história: não vale a pena guardar
mágoas; perdoar é um ato de coragem, uma atitude sábia que traz boas
consequências...
Escrito
por: Vitória Padilha Zanon